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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Participe do nosso curso de extensão: O NPH na era digital!

O NPH na era digital, de 26 a 30 de novembro, no IFCH/UFRGS!










para os interessados

História Oral e Educação Patrimonial são temas de palestras em Santos

Para quem é de Santos e região ou estará por lá nos próximos dias 6 e 7 de novembro, duas atividades são recomendadas, sobretudo para os que se interessam por história oral, construção narrativa, educação patrimonial, identidades e memória. Ambas serão oferecidas pela Fundação Arquivo e Memória de Santos e acontecerão no Espaço Cultural Casa de Frontaria Azulejada.
No dia 6, terça-feira, a historiadora Suzana Lopes Salgado Ribeiro, pesquisadora do Núcleo de Estudos em História Oral da USP e coordenadora da Fala Escrita desenvolve atividade que tem como foco a apresentação de noções básicas de história oral como procedimento para a produção de narrativas.

Na quarta-feira, dia 7, a museóloga Marília Xavier Cury apresenta questões que relacionam o papel da Educação Patrimonial na proposição de políticas públicas e como é possível a participação coletiva nesse processo.

Os eventos são gratuitos e os interessados devem se inscrever pelo e-mail: inscricao@energiaesaneamento.org.br.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Chamada de artigos

O Conselho Editorial da Revista Em Tempos de História, publicação do corpo discente do Programa de Pós-Graduação em História da UnB, abre chamada de trabalhos inéditos para o dossiê temático Ensino da História. E não é só. A Revista História Oral também convoca pesquisadores que estudam o tema da Diversidade Étnica e Fontes Orais para publicação de artigos. [Leia mais]

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

divulgue seu evento

Quem quiser postar no nosso blog, é só enviar para ufrgs.nph@gmail.com a sua divulgação.
NPH/UFRGS

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Deu no Café História

MURAL DO HISTORIADOR:
 PRÊMIO MEMÓRIAS REVELADAS
As inscrições para a Edição 2012 do Prêmio de Pesquisa Memórias Reveladas ocorerrão do dia 5 de setembro de 2012 ao dia 28 de fevereiro de 2013. O Prêmio de Pesquisa Memórias Reveladas é um concurso de monografias com base em fontes documentais referentes ao período do regime militar no Brasil (1964-1985). E não perca também na seção: novo livro discute a relação entre o ISEB, os militares e a imprensa no Brasil (1955-1964) [Leia mais]

Aproveitem a possibilidade



Pesquisa no acervo


Faça uma pesquisa por palavra ou palavras em um ou mais periódicos.

Escolha um periódico e percorra todas as edições da coleção.

Destaque

O Tico-Tico

O Tico-Tico foi a primeira e a mais importante revista voltada para o público infanto-juvenil no Brasil. O primeiro número circulou em 11 de outubro de 1905, tendo à frente o jornalista Luís Bartolomeu de Souza e Silva. Já no ano seguinte tornou-se sucesso nacional de vendas, chegando à impressionante tiragem de 100.000 exemplares por semana.

Notícias

Jornal do Brasil na Hemeroteca Digital Brasileira

Jornal do Brasil autoriza a digitalização e disponibilização de seu precioso acervo na Hemeroteca Digital Brasileira. Período entre 1950 e 2000 será o primeiro a ser disponibilizado.
Comentar

terça-feira, 9 de outubro de 2012

É possivel

Preparamos uma lista com todas as entrevistas realizadas pelo Café História desde 2009.
Confira os nossos convidados e os temas. Para acessar, clique no nome do entrevistado.
2012
2011
2010
2009
Visite Cafe Historia em: http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network
 

nossa homenagem ao pensador

Eric Hobsbawm: vida e obra de um historiador singular
Conheça mais sobre a trabalho e a trajetória de um dos mais importantes historiadores britânicos do século XX.
Um giro pelo noticiário nacional e internacional neste dois de outubro de 2012 evidencia o enorme reconhecimento que Eric Hobsbawm conquistou ao longo de quase oito décadas dedicadas ao estudo da história. A morte do historiador britânico, ocorrida ontem, na Inglaterra, aos 95 anos, foi capa dos principais jornais do mundo. Hobsbawm, que estava internado no Royal Free Hospital, em Londres, morreu em decorrência de uma pneumonia, deixando esposa, três filhos, sete netos, um bisneto e milhões de admiradores pelo mundo, muitos dos quais brasileiros. Em sua homenagem, o Café História preparou o presente texto, no qual lembramos sua trajetória, suas várias identidades e a recepção de sua obra, citada em um número incalculável de trabalhos que abordam a história mundial do século XIX e XX.

Hobsbawm: o historiador
Eric Hobsbawm esteve certamente entre os historiadores britânicos mais importantes e influentes do século XX. Como docente, foi um profissional dedicado e fiel. Atuou praticamente toda a vida na mesma instituição de ensino, o Birkbeck College, em Londres, onde foi admitido em 1947. Em termos historiográficos, esteve ao lado de nomes como E.P. Thompson, Raymond Williams e Christopher Hill, uma bem sucedida geração de historiadores de esquerda que rompeu com uma leitura ortodoxa do marxismo, excessivamente economista, determinista e desprovida de conexão com a prática política. Hobsbawm não fez parte diretamente, mas também acompanhou a reestruturação dos historiadores de esquerda em torno da revista “New Left”, na década de 1950, importantíssima no contexto político e intelectual do pós-guerra. Em seus textos, mostrou sempre uma incrível erudição. O historiador Christopher Hill disse certa vez, brincando, que nada se podia ensinar ao colega Eric Hobsbawm. “Ele já sabia de tudo”.
No Brasil, “A Era dos Extremos – O Breve Século XX: 1914 -1991” foi notadamente o seu livro mais conhecido. Editado pela Companhia das Letras, o título vendeu incríveis 227 mil exemplares, tornando-se um verdadeiro best-seller na área. Mas as suas principais contribuições à historiografia estão mesmo em obras anteriores, tais como “A Invenção das Tradições” e “Nações e Nacionalismos desde 1870”, nas quais analisa a complexa estruturação dos Estados nacionalistas do século XIX, e “História Social do Jazz” e “Mundos do Trabalho: Novos Estudos Sobre a História Operária”, onde o autor explora a trajetória do mundo do trabalho a partir não só da ótica econômica, mas também do social. É dele também a série composta pelos livros "A Era das Revoluções", "A Era do Capital" e "A Era dos Impérios", que fazem companhia ao já mencionado "A Era dos Extremos". Seu último livro, "Como mudar o mundo", uma coleção de ensaios, foi publicado em 2011 no país pela Companhia das Letras.
Uma característica presente em quase todas as obras de Hobsbawm é a acessibilidade da narrativa. Além de bom pesquisador, o historiador tinha uma boa escrita, sabendo alcançar o grande público sem abrir mão da profundidade de suas análises históricas. Afonso Carlos Marques dos Santos, antigo professor de Teoria de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, falecido em 2004, fez certa vez uma síntese bastante original da história feita por Hobsbawm, destacando uma outra característica do historiador inglês - a coragem para desafiar paradigmas do marxismo:
- “É evidente que Hobsbawm orientou a sua construção historiográfica a partir de uma ambição totalizante, muito cara ao marxismo, mas soube fazê-lo com sensibilidade, ampla cultura geral e abertura para novas formulações oriundas de outras tendências historiográficas. Abertura que deve ter desagradado àqueles que, do lado de cá do Atlântico Sul, vivem incomodados com o que chamam “modismos pós-modernos” ou “desvios irracionalistas” das temáticas clássicas da ortodoxia marxista. Na introdução de A Era dos Impérios Hobsbawm usou como epígrafe uma passagem de Pierre Nora em Les Lieux de Mémoire, onde a história aparece como “a sempre incompleta e problemática construção do que já não existe”. Nesta citação, Nora, ao demarcar as distinções entre memória e história também afirma: “A memória sempre pertence a nossa época e está intimamente ligada ao presente eterno; a história é uma representação do passado”. Hobsbawm , ao problematizar o período 1875-1914, começa pela própria história da sua família valendo-se da memória para motivar a penetração num tempo que se fecha na altura do seu próprio nascimento. Recorre, portanto, a uma dimensão biográfica e individualizada da existência humana para falar de um tempo socialmente repartido. E é curioso que tenha lançado mão de Pierre Nora, uma personalidade central no campo da editoração de obras históricas na França. A heterodoxia de Hobsbawm certamente não deve ter agradado àqueles que, mesmo sem muita familiaridade com a produção historiográfica internacional, apontam de forma condenatória para o que seria a “nossa francofilia” no campo dos estudos históricos”. (leia essa análise, na íntegra, clicando aqui).
Hobsbawm: o intelectual
Além de historiador, Hobsbawm tinha ainda uma faceta bastante rara atualmente entre profissionais da área: era um intelectual público ativo. Na Inglaterra e no exterior, Hobsbawm sempre foi figura fácil em artigos, ensaios e entrevistas, falando de algum acontecimento do momento. Nos atentados de 11 de setembro, por exemplo, foi um duro critico das explicações de “choque de culturas”. Para Hobsbawm, o terrorismo deveria ser entendido a partir de uma relação de dominação e exclusão promovida pelo Ocidente ao longo dois últimos dois séculos. Foi ainda neste âmbito conselheiro de figuras importantes da política mundial, com Luís Inácio Lula da Silva, ex-presidente do Brasil, e participou com frequência de eventos públicos em todo o mundo. Esteve pela última vez no Brasil em 2003, quando foi uma das principais atrações da Festa Literária de Paraty (FLIP).
A presença costumeira no espaço público talvez se explique pela própria experiência de vida do historiador. Nascido em Alexandria, Egito, no ano de 1917, Hobsbawm foi testemunha daquilo que ele chamou do “breve século XX”, um século bastante acelerado pela enormidade de acontecimentos impactantes em termos políticos e culturais. Filho de pai britânico e mãe austríaca, viveu muitos cenários e situações deste período de bem perto. Cresceu em Viena e, após a morte dos pais, judeus, mudou-se para Berlim. Após testemunhar a ascensão do nazismo de Hitler, mudou-se com o tio e a irmã para Londres. Acompanhou, então, a Segunda Guerra Mundial, a crise europeia, a Guerra Fria e toda uma gama de eventos históricos que transformaram o planeta.
Hobsbawm - como todo grande pensador - também acumulou críticas ao longo da vida. A maior delas se refere a sua fidelidade ao Partido Comunista (PC), inabalável mesmo durante a Invasão Soviética à Hungria, em 1956. Permaneceu membro do PC até a sua desintegração, em 1989. Outra crítica também comum a Hobsbawm se refere a sua relação com o stalinismo. Para o professor de história da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Ricardo da Costa, Hobsbawm omitiu em suas obras muitas informações sobre os horrores cometido em nome do marxismo-leninismo soviético. (leia esta crítica, na íntegra, aqui).
Hobsbawm para os historiadores brasileiros
Procurando entender um pouco mais da relevância de Eric Hobsbawm no Brasil – um dos países onde era mais lido, além da Itália – o Café História conversou com algumas pessoas que vivem o cotidiano acadêmico no país. Nossa ideia era identificar como Hobsbawm se tornou a referência entre historiadores brasileiros que é hoje, mesmo quando objeto de críticas.
Monica Grin, professora de história contemporânea do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IH-UFRJ) desde 1997, explicou ao Café que a narrativa de Hobsbawm tem o mérito de não só ter popularizado e historicizado o marxismo para legiões de estudantes, como também se tornou indissociável da própria história contemporânea. Grin sublinhou ainda que durante muito tempo Hobsbawm “frequentou” os seus programas de curso na UFRJ, sendo lido com grande prazer pelos alunos:
- Adotei em diversas conjunturas os livros de Hobsbawm. Usei “História do Marxismo - 12 volumes” , “A Era das Revoluções – 1789-1848”, A Era do Capital - 1848-1875” e “A Era dos Impérios - 1875-1914” quando se tratava de aulas para a graduação sobre a emergência do marxismo no século XIX, sobre os desdobramentos sociais da chamada Revolução Industrial e sobre os Impérios e Imperialismos. Não raro, comparava Hobsbawm com Thompson e Polanyi para compreender a história social de um perspectiva marxista, conforme a historiografia inglesa marxista; com Hannah Arendt para discutir imperialismo. Em outras situações, o tema do Estado nação e do nacionalismo me fazia visitá-lo, quer em “Nações e Nacionalismo”, quer em seu livro com Trevor-Roper, “A Invenção da Tradição”. Neste caso também não me furtava às comparações com Gellner, Benedict Anderson, Charles Tilly, Anthony Smith. Cheguei a usar também alguns de seu ensaios em historiografia que saíram em “Sobre história”.
Maria Paula Araújo, também professora da UFRJ, revela uma memória bastante interessante, que remete a um jantar que ela e mais três amigas tiveram com o historiador inglês nos anos 1980, no Rio de Janeiro, na ocasião do lançamento de um de seus livros no Brasil:
- Eu tenho orgulho de dizer que tenho na minha estante quase todos os seus livros. E também tenho na memória uma noite em que eu, Helena Maria Gasparian, Adriana Benedikt e Vera Paiva, nós quatro iniciando o mestrado (acho que isso foi em 1983 ou 84) levamos Hobsbawm para jantar no Lamas (tradicional restaurante do Rio de Janeiro). Ele era um dos autores exclusivos da Editora Paz e Terra (do Fernando Gasparian, pai da Helena) e nos coube esta tarefa - levar Hobsbawm e a esposa para jantar. Na época nós achávamos que o Lamas era um restaurante quase sofisticado (estávamos acostumadas com o Jobi, o Diagonal e a Pizaria Guanabara). Foi uma noite inesquecível. Hobsbawm deu palpite nos nossos trabalhos, até no da Vera, que era sobre a "Lilith" (a primeira mulher de Adão, insubmissa e devassa, que foi banida do Paraíso e da Bíblia).
Maria Paula completou ainda dizendo que embora o encontro tenha se dado há quase 30 anos, não esquece da generalidade e a versatilidade de Hobsbawm, disposto a conhecer e a opinar sobre o trabalho daqueles quatro mestrandas brasileiras de vinte e poucos anos.
Já Zózimo Trabuco, professor de História do Brasil da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), contou ao Café que acredita ter começado a ler os textos de Hobsbawm como a maioria dos seus leitores: a partir das “Eras”. “O modo como relacionava as ideias e as práticas sociais às mudanças políticas e econômicas e a visão comparativa dessas relações em diferentes lugares dentro de uma mesma temporalidade sempre me fascinou”, diz o professor. Sobre a história feita de Hobsbawm, Trabuco diz também:
- Acho que Hobsbawm representou um modo de compreender a história e o papel do intelectual que se confundem com o conjunto de sua obra e os tempos históricos aos quais ele se dedicou a analisar: grandes sínteses, visão global ou cosmopolita das transformações do mundo, senso de responsabilidade política da pesquisa e da comunicação do conhecimento histórico, e apesar - ou em função - das opções políticas pessoais que fez ao longo da vida, um rigor teórico e metodológico que o fazia ter o compromisso ético de reavaliar ideologias e alternativas políticas que marcaram sua trajetória como intelectual público. Neste sentido, o "Breve Século XX" foi em Hobsbawm o longo século de um modo de fazer História, foi a "Era de Hobsbawm".
Mas não é só entre professores que Hobsbawm é referência. Entre estudantes de história também. João Teófilo, estudante do nono período do curso de história da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UEVA), na cidade de Sobral, disse que ficou muito triste quando soube da morte do historiador, por quem tinha grande admiração. Teófilo explicou que os textos de Hobsbawm estavam presentes nos cursos de sua faculdade e revelou porque gosta tanto dos textos do autor:
- Os escritos de Hobsbawm, embora de uma linguagem complexa, são de uma riqueza ímpar, uma vez que a maestria do historiador, de uma erudição invejável, mais que proporcionar um entendimento inteligente que nos ajuda a refletir sobre a relação do homem com o tempo-espaço, serve de exemplo para uma escrita exemplar da História. As leituras de Hobsbawm, a exemplo de “A Era do Extremos”, deixam claro que, não por acaso, ele é um dos maiores historiadores.
Discutindo Hobsbawm

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

NPH no FACEBOOK

estamos no FACEBOOK desde setembro
estão convidados a serem adicionados. A rede demonstrou ser um instrumento ágil e sério, se utilizada com critério.
nph@ufrgs.br

domingo, 24 de junho de 2012

NPH Divulga!


ACERVO DE ENTREVISTAS DO PROJETO MARCAS DA MEMÓRIA DISPONÍVEL AOS INTERESSADOS
O Núcleo de Pesquisa em História anuncia o lançamento de um acervo áudio-visual que registra a história de vida de pessoas que, no Rio Grande do Sul, foram alvo da repressão e/ou se destacaram na luta contra a Ditadura. Este material está sob a guarda do NPH e disponível para consulta aos pesquisadores interessados. O acervo é composto por dezoito entrevistas de história oral realizadas pelo projeto de pesquisa Marcas da Memória: História Oral da Anistia no Brasil, resultado de convênio entre a UFRGS e a Comissão de Anistia no Ministério da Justiça, coordenado pela professora Carla Rodeghero e realizado pela equipe do NPH em parceria com alunos de graduação e de pós graduação.

A escolha dos entrevistados pelo projeto passou critérios definidos pela equipe, tais como: dar prioridade a pessoas que ainda não haviam sido ouvidas em trabalhos desse tipo, dar visibilidade às diferentes correntes políticas que existiram dentro da oposição à ditadura, além de uma preocupação de representar de forma igualitária homens e mulheres.

As entrevistas, focadas na vivência individual desses atores políticos, permitem construir um vasto panorama do período da ditadura no Brasil, trazendo para esse contexto as visões mais diferenciadas, tais como: a militância no PCB e no antigo PTB; a atuação do movimento estudantil; a experiência da luta armada; a produção cultural e artística; os movimentos pelos direitos humanos e pela anistia; os movimentos negro e indígena; a experiência da prisão, da tortura, do exílio, do desaparecimento de familiares; a visão da criança nesse contexto; as estratégias de superação das marcas da repressão; as avaliações sobre as políticas levadas a efeito ou necessárias para o tratamento da herança da ditadura; a importância de refletir sobre a memória destes fatos, entre outros. 

Portanto, esse material apresenta um vasto campo de ação para o pesquisador, trazendo diferentes visões e experiências de um mesmo período, visibilizando grupos sociais pouco representados, e demonstrando aspectos políticos, culturais e subjetivos da Ditadura. As entrevistas estão disponíveis na sua versão em vídeo e em arquivos PDF (transcrição e ficha técnica). 

Abaixo apresentamos a lista dos entrevistados pelo projeto: 

Almoré Zoch Cavalheiro. Entrevista concedida a Aryanne Torres Nunes, em Porto Alegre, em 05 de outubro de 2011. Almoré é militar expurgado. Foi membro do antigo PTB e participou do Movimento pela Legalidade. Como sargento, concorreu e foi eleito deputado estadual no Rio Grande do Sul. Sua posse foi impedida pela justiça. Foi preso após a Revolta dos Sargentos em 1963 e expurgado. 

Arnildo Fritzen. Entrevista concedida a Carla Simone Rodeghero em 14 de novembro de 2011, em Carazinho, RS. Arnildo é padre. Participou da luta dos sem terra no Rio Grande do Sul e esteve também envolvido em movimentos relativos à saúde e à organização das mulheres trabalhadoras rurais. 

Carlos Francklin Paixão de Araujo. Entrevista concedida a Dante Guimaraens Guazzelli e a Francisco Carvalho Jr., em 11 de abril de 2011, em Porto Alegre. Carlos Araujo é advogado.  Foi dirigente da organização VAR- Palmares. Viveu na clandestinidade, foi preso e torturado. Foi anistiado e indenizado. Foi deputado estadual pelo PDT.

Caio Lustosa. Entrevista concedida a Gabriel Dienstmann e a Carla Simone Rodeghero, em 22 de novembro de 2011, em Porto Alegre. Caio é procurador aposentado, ex-vereador e ex-secretário de Meio Ambiente de Porto Alegre. Foi fundador e presidente da ANAI (Associação Nacional de Apoio ao Índio). Teve intensa atuação em entidades ambientalistas, desde os anos 1970. 

Cláudio Accurso. Entrevista concedida a Francisco Carvalho Jr. e Rosemay F. Brum, em 1º de setembro de 2011, em Porto Alegre. Economista. Professor da UFRGS, cassado em 1964. Expurgado do serviço público estadual. Viveu em diversos países da América Latina, prestando serviços de consultoria para a ONU.

Emílio Chagas. Entrevista concedida a Carla Simone Rodeghero em 13 de dezembro de 2011, em Porto Alegre. Emílio é jornalista, atuante no Movimento Negro. Fundou a Revista Tição, em 1978, em Porto Alegre.

Fernando do Canto. Entrevista concedida a Dante Guimaraens Guazzelli e Gabriel Dienstmann, em 05 de setembro de 2011, em Porto Alegre. Fernando é médico. Durante a ditadura militou no MDB de Três Passos e tinha relações estreitas com o PCB. Foi eleito deputado estadual em 1974 pelo MDB. 

Flávia Schilling. Entrevista concedida a Carla Simone Rodeghero e a Maria Paula Araújo, em 18 de julho de 2011, em São Paulo. Flávia é professora da USP. Filha de liderança do antigo PTB (Paulo Schilling), partiu ainda criança para o exílio no Uruguai. Lá se envolveu com grupos clandestinos de oposição, foi presa por quase 8 anos. Sua libertação fez parte das campanhas pela anistia.

Honório Peres. Entrevista concedida a Dante Guimaraens Guazzelli, em 04 de maio de 2011, em Porto Alegre. Honório é advogado. Foi membro do PCB, tendo sido preso durante a ditadura. Foi beneficiado pela Lei Britto (11.042/97), lei estadual que indenizou perseguidos políticos no Rio Grande do Sul.

Jair Krischke. Entrevista concedida a Carla Simone Rodeghero em 21 de setembro de 2011, em Porto Alegre. Jair foi fundador e continua sendo dirigente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos. Teve e tem atuação junto ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.

José Augusto Avancini. Entrevista concedida a Carla Simone Rodeghero, em 18 de agosto de 2011, em Porto Alegre. Avancini é historiador e professor da UFRGS. Durante a ditadura teve proximidade política com a AP (Ação Popular) e contato com pessoas perseguidas, presas e exiladas. Foi impedido de assumir emprego público pela falta do atestado de bons antecedentes.

Lícia Peres. Entrevista concedida a Carla Simone Rodeghero e a Gabriel Dienstmann, em 27 de junho de 2011, em Porto Alegre. Lícia é socióloga. Foi fundadora presidente do Movimento Feminino pela Anistia/RS. Atua no PDT.

Lino Brum Filho. Entrevista concedida a Gabriel Dienstmann em 18 de outubro de 2011, em Porto Alegre. Lino é jornalista e irmão do desaparecido político da Guerrilha do Araguaia, Cilon Cunha Brum. Atuante em questões ligadas aos mortos e desaparecidos políticos. 

Lúcio Barcellos. Entrevista concedida a Francisco Carvalho Jr. em 09 de junho de 2011, em Porto Alegre. Lúcio é médico sanitarista. Foi militante da Fração Bolchevique Trotskista (FBT). Preso em 1970, anistiado e indenizado.

Marta Sicca da Rocha. Entrevista concedida a Gabriel Dienstmann em 21 de maio de 2011, em Porto Alegre. Marta é filha de Tapir Rocha, político do PTB cassado e preso em 1964 e que mais tarde atuou no MDB. Uma de suas irmãs fez parte do Comitê Brasileiro pela Anistia (CBA/RS). 

Nilce Azevedo Cardoso. Entrevista concedida a Carla Simone Rodeghero e a Gabriel Dienstmann, em 17 de maio de 2011, em Porto Alegre. Nilce é professora de Física e psicopedagoga. Militou na AP (Ação Popular) em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Viveu um período na clandestinidade. Foi presa e torturada.

Raul Ellwanger. Entrevista concedida a Carla Simone Rodeghero, em 07 de julho de 2011, em Porto Alegre. Raul é músico e compositor. Fez parte da Var-Palmares. Viveu na clandestinidade, foi condenado pela Justiça Militar. Exilado no Chile e na Argentina.

Sandra Helena Machado. Entrevista concedida a Francisco Carvalho Jr. em 27 de outubro de 2011, em Porto Alegre. Sandra é professora. Atuou no Movimento Estudantil. Foi perseguida política, presa e exilada no Chile e na Europa. Foi anistiada e indenizada.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

NPH Divulga

Seminário Internacional Ditaduras do Cone Sul: repressão e resistência 

O Seminário Internacional Ditaduras do Cone Sul: repressão e resistência (em homenagem a Carlos Alberto Tejera de Ré, o Minhoca, (militante político que foi preso e torturado durante a ditadura civil-militar) falecido em 2011, ocorrerá nos dias 10, 11 e 12 de maio de 2012 no Salão de Atos II da UFRGS.

Maiores informações e inscrições: projetocultural@sarh.rs.gov.br.




Informações e inscrições: projetocultural@sarh.rs.gov.br

Uma promoção conjunta do IFCH/UFRGS, Núcleo de Pesquisa em História, Programa de Pós-Graduação em História, Arquivo Público e Arquivo Histórico do Estado do Rio Grande do Sul e Governo do Estado.


Palestra de Márcio Seligmann-Silva

Seminário Permanente de Estudos do NPH - 2ª edição - 12 de abril de 2012
Palestra de Márcio Seligmann-Silva*

Dando continuidade ao Seminário Permanente de Estudos do NPH, em sua segunda edição, contamos com a presença do Prof. Márcio Seligmann-Silva no IFCH. Este segundo encontro promovido pelo Núcleo de Pesquisa em História e seu Laboratório de História Oral e outras narrativas, em parceria com o Laboratório de Pesquisa em Psicanálise, Arte e Política – LAPPAP, deu sequência à proposta do Seminário de Estudos Permanentes do NPH. Este Seminário, dirigido à comunidade acadêmica, trouxe agora o Prof. Márcio Seligmann-Silva. Assim, tivemos a oportunidade de ampliar com o autor, as discussões sobre sua obra, anteriormente analisada no “Leituras de Márcio Seligmann-Silva”, na edição anterior do Seminário Permanente de Estudos do NPH, realizada nos dias 26, 27 e 28 de março.

Márcio Seligmann-Silva em sua palestra no IFCH/UFRGS























Após a concorrida palestra em que apresentou o trabalho “A escritura da memória: mostrar palavras e narrar imagens”, realizamos um encontro de pesquisa no NPH onde tivemos a oportunidade de conversar com o Prof. Márcio Seligmann-Silva sobre nossos projetos e pesquisas realizadas pelo Núcleo.

Na sequência, o acompanhamos na abertura da exposição no Memorial do RS, “Arpilleras da resistência política chilena” em seu circuito de Porto Alegre.

Márcio Seligmann-Silva na exposição no Memorial do Rio Grande do Sul

À noite, comparecemos ao lançamento dos livros organizados por Márcio Seligmann-Silva, “Escritas da Violência”, volumes 1 e 2. 

No dia seguinte, assistimos a sua apresentação na mesa “História, memória e justiça”, no Seminário Internacional “Limites e possibilidades da justiça de transição: impunidade, direitos e democracia”, realizado na PUC-RS, uma promoção conjunta do Grupo de Pesquisa CNPq Direito à Verdade e à Memória e Justiça de Transição, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Criminais da PUC/RS, e da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça. 

*Márcio Seligmann-Silva é ensaísta e teórico de Estética é professor de Teoria Literária e de Literatura Comparada do Instituto de Estudos de Linguagem da UNICAMP. Fez doutorado na Universidade Livre de Berlim, foi professor visitante em universidades no Brasil, Argentina, Alemanha e Estados Unidos. É autor, entre outros livros, de Ler o Livro do Mundo. Walter Benjamin: romantismo e crítica poética (Iluminuras/FAPESP, 1999, vencedor do Prêmio Mario de Andrade de Ensaio Literário da Biblioteca Nacional em 2000) e de O Local da Diferença. Ensaios sobre memória, arte, literatura e tradução (Editora 34, 2005, vencedor do Prêmio Jabuti na categoria Melhor Livro de Teoria/Crítica Literária 2006).

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Muovere Desvio

Textos

Desvio que sinaliza caminhos na dança gaúcha

por Carlinhos Santos • 19/04/2012
As cinco pedrinhas para vencer o demônio. Cidinha Campos enfurecida contra a corrupção. As confissões sobre ser ou não ser dos que, sexualmente, são. As dúvidas quânticas de Gilberto Gil. A hercúlea e renegada tarefa de salvar a humanidade com quadro negro e giz. Mãe Duchampa pra abrir as portas das galerias, trazer o curador e a inspiração. A emergência da dança como área de trabalho e os vocabulários que ela oferece ao novo contexto cultural. Enquanto o áudio retumba todas essas provocações, o vídeo expõe imagens do processo de criação de Desvio, o novo trabalho da Muovere Cia de Dança, que estreou nesta semana, no estacionamento do Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre.
As tais imagens do vídeo, espécie de prólogo do trabalho, contextualizam o processo de pesquisa que resultou no espetáculo. Ele começou em outubro de 2011, com improvisações dos bailarinos em espaços de retenção de semáforos da Capital gaúcha. Nesse vaivém urbano, os intérpretes aparecem correndo, puxando-se, arrastando-se. Depois, parte dessas situações, mais de 200, foi registrada em vídeo. Dessas, 45 foram lançados à votação do público através do site do projeto, entre janeiro e fevereiro, incluindo os tais áudios de interesse público.
Aproximando as movimentações experimentadas na rua, mais o interesse votado pelos internautas, deu-se a quântica dessa experiência coreográfica dinâmica e inventiva, que tem vários acertos. O primeiro deles é essa capacidade de se deixar permear pelo ambiente da cidade. “Calvinete”, como se define Jussara Miranda, diretora da companhia, ela busca na obra de Ítalo Calvino uma das potências para suas provocações e ações artísticas. Agora, como em Bild, espetáculo de 2001, o invisível das cidades é referência para tatear, corporalmente, possibilidades de mobilidade que se traduzam em poéticas da e para a dança. Corpo e ambiente em trocas constantes, diriam Katz e Greiner.
De fato, essa possibilidade da urbe virar espaço de criação é uma das riquezas desse Desvio. A rota de ação da Muovere é de inclusão dos ruídos do entorno, das dificuldades do trânsito caótico, das barreiras que as massas humanas viram para o livre flanar nessa paisagem. Esse é o material das corridas (des)ordenadas dos bailarinos em cena, dos encontros ríspidos-rápidos que executam, das contorções, encaixes e desencaixes vigorosos da obra. E, sobre tudo, da delicada visceralidade como são apresentados. Corpo e cidade, ordenamentos e desbobramentos, são o contexto potente que é levado agora à cena.
O trabalho é orquestrado pela pesquisa de procedimentos coreográficos de Jussara, que busca na poética da cidade um dos vetores de suas criações, mais o interesse de Diego Mac na aproximação da dança com as artes visuais, e da diretora Jezebel De Carli, que atua com enfoque no teatro físico. Voltando a outro trabalho da Muovere, Re-Sinto (2008), encontra-se lá a: “sou o espaço onde estou”. É também por esse mote que podemos entender (e aplaudir!) Desvio. A junção de dança, artes visuais e teatro contextualiza um ambiente criativo e de prazeroso resultado.
Ambientada no estacionamento do Centro de Cultura, a montagem toma partido de tudo o que o espaço oferece. As linhas desenhadas no chão para orientar os veículos são, agora, vetores de ação dos intérpretes. A luz reforça esses mapas de movimentação em alguns momentos, esses riscos luminosos parecem quase flutuar. Mas há ali corpos em movimento, num chão que acolhe esta experiência coreográfica reconfortante. E esses corpos são divertidos, tensos, fluidos.
É particularmente significativo, também, que mesmo trabalhando com muitos recursos corporais da dança de rua, a trilha sonora pontuada por Vivaldi e a valsa do Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky, cria outras camadas de leituras. Há um pas de deux quebrado, torto, ora suingado, irreverente, mas, ao mesmo tempo, de uma reverência plena ao que, em termos de história, a dança produziu em sua trajetória de opções e estéticas no Ocidente. A ponta que se vê ali citada aponta, sim, para as incorporações possíveis, hoje, dos novos vocabulários para se trabalhar na área.
Nesse sentido, Desvio também acerta o caminho da construção compartilhada, incluindo na sua cena a cena do entorno, numa acolhida ao(s) outro(s) do mundo. Na apresentação da estreia, foi particularmente tocante a cena paralela de uma menina que, ao ver os bailarinos em ação e ouvir os acordes da música, saiu dançando à sua maneira. Depois, reuniu um grupo e aproximou-se, determinada a acomodar seu olhar aos “ruídos” que, antes, poderiam estar atrapalhando a sua brincadeira de rua. Frame de uma dança que aproxima, conquista, educa os sentidos. Flash de uma dança que desacomoda para aquietar.

Montado com recursos do Fumproarte, o fundo municipal destinado à produção artística de Porto Alegre, o novo trabalho da Muovere fortalece a importância da ação de coletivos de criação. Amplia, também, o significado da trajetória da Muovere, que existe há 23 anos. É uma ação que enverga múltiplas pertinências: a principal delas é o de manter-se inquieta, trabalhando com associações afetivas, apostando na capacidade de aglutinar intérpretes criadores – os que estão agora em cena são Denis Gosch, Letícia Paranhos, Wiliam de Freitas e Rossendo Rodrigues –, que fazem de seus corpos uma escrita coreográfica, um manifesto de inserção no contexto da cidade e da produção de pensamentos artísticos com a dança.
Nesse sentido, Merleau-Ponty acolhe a ideia de que o corpo, como um objeto artístico, é um ponto de vista sobre o mundo. Ele reconhece que estamos em um mundo que, ao mesmo tempo em que parece nos anteceder e ter existência independente, é inseparável de nós. É neste espaço, nesta abertura entre o eu e o mundo, entre o interno e o externo, que se inauguram condições de produção de pensamentos que, no caso de Desvio, dançam duos, trios e tais num troca-troca entre dança, cidade, vídeo, vida, arte.
Por estas nuances todas, o novo trabalho da Muovere Cia de Dança é particularmente importante no contexto da produção gaúcha de dança contemporânea e no contexto da cena brasileira. Ele situa possibilidades de diálogos, educação do gosto, construção de parcerias e de resistência artística. Essa é uma rede ainda em construção no Rio Grande do Sul: talvez um pouco pela incapacidade dos grupos/coletivos dialogarem (ainda que haja uma militância pelo Plano Estadual de Cultura e da Dança e no Colegiado de Dança Estadual), e outro tanto pela ainda frágil ação pública no setor. Mesmo assim, nas vertentes de ação da arte contemporânea, a Muovere move-se com habilidade e particular competência.
Então, Desvio tem sinal verde, pois encontrou caminho e vocabulários possíveis para esse trânsito.
O espetáculo volta a ser apresentados dias 28 de abril, às 20h, e 29 de abril, às 19h30min e 20h30min, sendo estas sessões incluídas na programação do dança.com, da Secretaria Municipal de cultura de Porto Alegre/ Centro de Dança.
Carlinhos Santos é historiador, jornalista, crítico de dança, especialista em Corpo e Cultura: Ensino e Criação pela Universidade de Caxias do Sul e mestrando do Programa de Pós-Graduação em Educação (UCS). Também é titular da coluna 3por4, do Jornal Pioneiro, em Caxias do Sul, RS.
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segunda-feira, 16 de abril de 2012

NPH Recomenda

Curso de extensão "Práticas museológicas: conservação e gestão", do Curso de História da UNIFRA

Maiores informações:

Profª. Me. Roselâine Casanova Corrêa
Coordenadora do Curso de História

Conjunto III - Prédio 17 - Sala 722

Fone: (55) 3025.1202 - Ramais 9097 e/ou 9099
CENTRO UNIVERSITÁRIO FRANCISCANO (UNIFRA)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

NPH Recomenda!

Estamos com uma nova postagem sobre a Comissão da Verdade na nossa página aqui no blog. Está na aba "Notícias" do link Comissão da Verdade.

Confira clicando aqui.

NPH Divulga!

BOLSAS DE PESQUISA 
A Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, seleciona bolsistas na área de Ciências Humanas (e outras) para projeto de pesquisa. As bolsas variam da modalidade de iniciação científica a bolsas para profissionais com graduação completa ou mestrado. As inscrições para o Programa de Incentivo à Produção do Conhecimento Técnico e Científico na Área de Cultura vão até até 25 de maio de 2012 e só podem ser feitas por correio por serviço de encomenda expressa (Sedex ou similar).

Maiores informações, aqui.


NPH Divulga!

REVISTA DE HISTÓRIA DA BIBLIOTECA NACIONAL

A Revista de História da Biblioteca Nacional convida os leitores para participar do bate-papo (chamado  Biblioteca Fazendo História) sobre brasileiros que lutaram por outros países ao longo da história. A partir do tema “Trocando a bandeira: brasileiros que lutaram em guerras estrangeiras” e da reportagem de capa da atual edição da revista, estudiosos e público vão poder discutir os motivos que levaram brasileiros a lutar em exércitos de outros países e lembram histórias como as de Abreu de Lima (1794-1869) e Apolônio de Carvalho (1912-2005). O evento ocorre na sede da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, no próximo dia 17 de abril, às 16h, e poderá ser acompanhado em tempo real pelo site www.institutoembratel.org.br e pelo twitter da revista(@rhbn.

NPH Recomenda!

LIVROS GRATUITOS NA INTERNET
A rede de periódicos SciELO Brasil lança o portal"SciELO Livros", que promete democratizar o acesso a produções científicas desenvolvidas por brasileiros. Livros em formato digital já estão na internet para download. É gratuito e legal.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

NPH Recomenda!


Márcio Seligmann-Silva no IFCH/UFRGS

No dia 12 de abril, às 10hs, o professor Márcio Seligmann-Silva palestrará no Mini-Auditório do IFCH/UFRGS, no Campus do Vale, Agronomia. O convite partiu do Núcleo de Pesquisa em História, em parceria com o LAPPAP- Laboratório de Pesquisa em Psicanálise, Arte e Política, Instituto de Psicologia Social e Institucional e PPG Psicologia Social e Institucional, Instituto de Artes, PPG Artes visuais da UFRGS. A palestra dá continuidade aos estudos promovidos pelo NPH, em março, acerca das obras do professor Márcio Seligmann-Silva.
O evento tem o apoio do IFCH, Departamento de História e PPG em História da UFRGS.

Compareça!